Os moluscos (do latim molluscus, mole) constituem um grande filo de animais invertebrados, marinhos, de água doce ou terrestres, que compreende seres vivos como os caramujos, as ostras e as lulas. Tais animais têm um corpo mole e não-segmentado, muitas vezes dividido em cabeça (com os órgãos dos sentidos), um pé muscular e um manto que protege uma parte do corpo e que muitas vezes secreta uma concha. A maior parte dos moluscos são aquáticos, mas existem muitas formas terrestres como os caracóis.
Os moluscos são variados e diversos, incluindo várias criaturas familiares conhecidas pelas suas conchas decorativas ou como marisco. Variam desde os pequenos caracóis e amêijoas até ao polvo e à lula (que são considerados os invertebrados mais inteligentes). A lula-gigante é possivelmente o maior invertebrado, e, exceptuando as suas larvas e, para além de alguns espécimes jovens recentemente capturados, nunca foi observada viva. A lula-colossal poderá ser ainda maior.Uma lula-colossal foi encontrada congelada por pescadores.O comprimento da lula chegou a aproximadamente trinta metros. Possuem um sistema digestivo completo (da boca ao ânus). Os gastrópodese os cefalópodes apresentam uma estrutura chamada rádula, formada por dentículos quitinosos que raspam o alimento. Os bivalves apresentam um estilete cristalino, responsável por colaborar na digestão ao libertar enzimas digestivas. O sistema circulatório é aberto, com excepção dos cefalópodes, que exigem alta pressão por se locomoverem rapidamente. Os moluscos também possuem uma grande importância nas cadeias alimentares, sendo detritívoros, consumidores de microrganismos, predadores de grandes presas (peixes, vermes...) e herbívoros (alimentando-se assim de algas e outras plantas). Reprodução Os moluscos podem ser hermafroditas ou apresentar sexos separados.Os espermatozóides podem ser liberados na água ou dentro do corpo da fêmea. [editar] Classes Existem dez classes de moluscos, oito que ainda vivem e duas que só são conhecidas através de fósseis. Estas classes contêm as mais de 250 000 espécies de moluscos: |
bond faro
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
PLANETA TERRA E A AGUA
Planeta Terra sem água doce
Caso não haja consenso político em relação a explosão populacional faltará água potável em menos de 20 anos.
AGUA O BEM PRECIOSO
80% de nosso corpo é composto por água, líquido essencial à vida
| Nossos alimentos, também possuem muita água em sua composição... | |
| Da mesma forma, os alimentos de nossos alimentos possuem muita água. Todos os seres vivos necessitam de muita água. | |
| A água é muito importante para nossa higiene. Ela nos proporciona prazer e nos protege das doenças. | |
| Sem água não poderiam funcionar muitas de nossas indústrias e não poderíamos usar nossos automóveis, etc. | |
| E além de tudo, como é gostoso brincar com água ! | |
| É por isso e muito mais, que devemos proteger os rios, nascentes e principalmente as arvores que trazem a chuva. | |
SOLO
Em agricultura e geologia, solo (crosta terrestre) é a camada que recobre as rochas, sendo constituído de proporções e tipos variáveis de minerais (formados por intemperismo da rocha subjacente, a (rocha-mãe) e de húmus (matéria orgânica decomposta por ação de organismos do solo). Também se refere, de modo mais restrito (especialmente na agricultura), à camada onde é possível desenvolver-se a vida vegetal. O nome técnico para o solo, em geologia, é manto de intemperismo, e ele se localiza logo acima da litosfera.
| Arando o solo para plantio. Já para a Engenharia Civil "solo" é o manto que cobre a terra e pode ser escavado com auxílio de pá e picareta. Sua espessura, nesse caso, varia de poucos centímetros a algumas dezenas de metros. O solo nesse ramo do conhecimento é analisado sob as perspectivas de servir como material de construção ou como elemento de suporte das estruturas ou edificações nele assentes. No primeiro caso o solo é usado para construir barragens, aterros ou até mesmo para ser empregado no concreto. No caso do solo servir como suporte de construções ele é analisado quanto a sua resistência e quanto a sua compressibilidade (deformação que fica submetido sob imposição de cargas). |
É no solo que se desenvolve a maior parte da vida terrestre, fluvial, lacustre e marítima. Os seres vivos, bem como o vento e as águas, são os agentes de formação e modificação do solo, que na maior parte têm entre 1 e 1,5 metro de profundidade.
Erosão do solo. O homem pode contribuir para a erosão do solo através da remoção da vegetação e do uso de técnicas agrícolas inapropriadas.Os solos são estudados, dentro da Geologia, por uma ciência chamada pedologia, que classifica os solos da Terra pela composição e fertilidade. A composição do solo determina seu pH, fator importante na fisiologia vegetal.
Ao analisar o solo, considera-se sua fisionomia física antes de estudar a composição química. Nesta análise visual inicial, se distingue os horizontes do solo, detectando-se a translocação de argilas e matéria orgânica pela cor e consistência. Depois recolhe-se amostras que serão analisadas para determinar a composição em areia (grossa e fina), argila e silte. Essas partículas se distinguem primeiro pelo tamanho, mas suas propriedades são diferentes, por exemplo, as argilas adsorvem partículas.
Durante décadas se supôs que a fertilidade do solo fosse fator de sua composição química, exclusivamente. Atualmente se intensifica o estudo dos microorganismos do solo, após o reconhecimento de sua importância para a agricultura. Aproximadamente 95% da microfauna do solo é desconhecida por nós.
A composição do solo
O solo é a camada mais superficial da crosta e é composto por sais minerais dissolvidos na água intersticial e seres vivos e rochas em decomposição.
Há muita variação de terreno a terreno dos elementos do solo, mas basicamente existem quatro camadas principais:
A primeira camada é rica em húmus, detritos de origem orgânica. Essa camada é chamada de camada fértil. Ela é a melhor para o plantio, e é nessa camada que as plantas encontram alguns sais minerais e água para se desenvolver.
A outra camada é a camada dos sais minerais. Ela é dividida em três partes:
A primeira parte é a do calcário. Corresponde á 7 a 10% dessa camada.
A segunda parte é a da argila, formada geralmente por caolinita, caulim e sedimentos de feldspato. Corresponde a 20 a 30% dessa camada.
A última parte é a da areia. Esta camada é muito permeável e existem espaços entre as partículas da areia, permitindo que entre ar e água com mais facilidade. Esta parte corresponde a 60 a 70% da camada.
A terceira camada é a das rochas parcialmente decompostas. Depois de se decomporem totalmente, pela ação da erosão e agentes geológicos, essas rochas podem virar sedimentos
A quarta camada é a de rochas que estão inicialmente começando a se decompor. Essas rochas podem ser chamadas de rocha matriz.
Tipos de solo
Solos arenosos
Os solos arenosos têm boa aeração. Plantas e microorganismos vivem com mais dificuldade, devido à pouca umidade. O solo arenoso possui teor de areia superior a 70%.
Também possui argila e outros compostos em menor percentagem. Mas como tem boa aeração não retém água. Esse solo é permeável, Também é conhecido com neossolo.
Solos argilosos
Não são tão arejados, mas armazenam mais água. São menos permeáveis, a água passando mais lentamente ficando então armazenada. Alguns solos brasileiros mesmo tendo muita argila, apresentam grande permeabilidade. Sua composição é de boa quantidade de óxidos de alumínio (gibbsita) e de ferro (goethita e hematita).
Formam pequenos grãos semelhantes ao pó-de-café, isso lhe dá um similar ao arenoso. Chamado de argilossolo.
Solos siltosos
Com grande quantidade de silte, geralmente são muito erodíveis. O silte não se agrega como a argila e ao mesmo tempo suas partículas são muito pequenas e leves.
Solo humífero
Esse solo apresenta uma quantidade maior de húmus em relação aos outros. É um solo geralmente fértil, ou seja, um solo onde os vegetais encontram melhores condições para se desenvolverem. Possui cerca de 10% de humo em relação ao total de partículas sólidas. A presença de humo dá uma coloração, em geral, escura, contribui para sua capacidade de reter água e sais minerais e aumenta sua porosidade e aeração.
Solo calcário
A quantidade de calcário nesse tipo de solo é maior que em outros solos.
Desse tipo de solo é retirado um pó branco ou amarelado, que pode ser utilizado na fertilização dos solos destinados à agricultura e à pecuária.
Esse solo também fornece a matéria-prima para a fabricação de cal e do cimento.
Textura
A textura do solo depende da proporção de areia, do silte, ou argila na sua composição.
Isso influencia na:
• taxa de infiltração da água
• armazenamento da água
• aeração
• facilidade de mecanização
• distribuição de determinados nutrientes (fertilidade do solo).
As percentagens de argila, silte e areia mudam bastante ao longo da extensão de um terreno. A maneira em que esses diferentes tipos de grãos se distribuem é de extrema importância na disseminação da água no solo. A textura modifica o movimento da água.
No Brasil existe uma camada superficial que é arenosa e uma subsuperficial argilosa o que resulta em uma diferença quanto à porosidade. A água acaba penetrando com mais facilmente na parte de cima e lentamente na camada inferior. Isso facilita a erosão em função do relevo e cobertura vegetal ou prejudicar o desenvolvimento das raízes das plantas.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Olha pessoal tome cuidado com plantas toxicas aqui vai alguns exemplos
PLANTAS TOXICAS
COROA-DE-CRISTO
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia milii L.
Nome popular: coroa-de-cristo.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
BICO-DE-PAPAGAIO
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia pulcherrima Willd.
Nome popular: rabo-de-arara, papagaio.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
AVELÓS
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia tirucalli L.
Nome popular: graveto-do-cão, figueira-do-diabo, dedo-do-diabo, pau-pelado, árvore de São Sebastião.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Princípio ativo: Látex Irritante
PARTE B
PINHÃO-ROXO
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Jatropha curcas L.
Nome popular: pinhão-de-purga, pinhão-paraguaio, pinhão-bravo, pinhão, pião, pião-roxo, mamoninho, purgante-de-cavalo.
Parte tóxica: folhas e frutos.
MAMONA
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Ricinus communis L.
Nome popular: carrapateira, rícino, mamoeira, palma-de-cristo, carrapato.
Parte tóxica: sementes.
SAIA-BRANCA
Família: Solanaceae.
Nome científico: Datura suaveolens L.
Nome popular: trombeta, trombeta-de-anjo, trombeteira, cartucheira, zabumba.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Princípio ativo: alcalóides beladonados (atropina, escopolamina e hioscina).
SAIA ROXA
ESTRAMÔNIO
LÍRIO
CHAPÉU-DE-NAPOLEÃO
Família: Apocynaceae.
Nome científico: Thevetia peruviana Schum.
Nome popular: jorro-jorro, bolsa-de-pastor.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
OFICIAL DE SALA
ESPIRRADEIRA
Família: Apocynaceae.
Nome científico: Nerium oleander L.
Nome popular: oleandro, louro rosa.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
DEDALEIRA
MANDIOCA-BRAVA
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Manihot utilissima Pohl. (Manihot esculenta ranz).
Nome popular: mandioca, maniva.
Parte tóxica: raiz e folhas.
Princípio Ativo: Glicosídios Cianogênicos
Coração de Negro ou Pessegueiro Bravo
GIESTA
ESPORINHA
FLOR DAS ALMAS
URTIGA
Família: Urticaceae.
AROEIRA
Família: Anacardiaceae.
Nome científico: Lithraea brasiliens March.
Nome popular: pau-de-bugre, coração-de-bugre, aroeirinha preta, aroeira-do-mato, aroeira-brava.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Família: Araceae. Nome científico: Zantedeschia aethiopica Spreng. Nome popular: copo-de-leite Parte tóxica: todas as partes da planta Princípio Ativo: Oxalato de Cálcio Quadro Clínico: Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides). Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe. Sialorréia, disfagia, asfixia. Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia. Contato ocular: irritação intensa com congestão, edema, fotofobia. Lacrimejamento. Tratamento: Evitar lavagem gástrica ou êmese. Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva, bochechos com hidróxido de alumínio), Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves. Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios antissépticos. Oftalmologista. Família: Araceae. Nome científico: Dieffenbachia picta Schott. Nome popular: aninga-do-Pará. Parte tóxica: todas as partes da planta. Princípio Ativo: Oxalato de Cálcio Quadro Clínico: Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides). Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe. Sialorréia, disfagia, asfixia. Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia. Contato ocular: irritação intensa com congestão, edema, fotofobia. Lacrimejamento. Tratamento: Evitar lavagem gástrica ou êmese. Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva, bochechos com hidróxido de alumínio), Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves. Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios antissépticos. Oftalmologista. Família: Araceae . Nome científico: Caladium bicolor Vent. Nome popular: tajá, taiá, caládio. Parte tóxica: todas as partes da planta. Princípio Ativo: Oxalato de Cálcio Quadro Clínico: Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides). Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe. Sialorréia, disfagia, asfixia. Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia. Contato ocular: irritação intensa com congestão, edema, fotofobia. Lacrimejamento. Tratamento: Evitar lavagem gástrica ou êmese. Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva, bochechos com hidróxido de alumínio), Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves. Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios antissépticos. Oftalmologista. Família: Araceae. Nome científico: Colocasia antiquorum Schott. Nome popular: cocó, taió, tajá. Parte tóxica: todas as partes da planta. Princípio Ativo: Oxalato de Cálcio Quadro Clínico: Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides). Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe. Sialorréia, disfagia, asfixia. Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia. Contato ocular: irritação intensa com congestão, edema, fotofobia. Lacrimejamento. Tratamento: Evitar lavagem gástrica ou êmese. Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva, bochechos com hidróxido de alumínio), Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves. Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios antissépticos. Oftalmologista. |
BANANA DE MACACO
Família: Annonaceae
Nome científico: Rollinia leptopetala R.E.Fr.
Nome popular: Araticum, Ata-brava, Banana-de-macaco, Bananinha, Bananinha-de-macaco, Bananinha-de-quemquem, Fruta-de-macaco, Pereiro
Parte tóxica : todas as partes da planta.
Nome científico: Rollinia leptopetala R.E.Fr.
Nome popular: Araticum, Ata-brava, Banana-de-macaco, Bananinha, Bananinha-de-macaco, Bananinha-de-quemquem, Fruta-de-macaco, Pereiro
Parte tóxica : todas as partes da planta.
Princípio Ativo: Oxalato de Cálcio
Quadro Clínico: Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides).
Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe.
Sialorréia, disfagia, asfixia.
Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia.
Contato ocular: irritação intensa com congestão, edema, fotofobia. Lacrimejamento.
Quadro Clínico: Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides).
Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe.
Sialorréia, disfagia, asfixia.
Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia.
Contato ocular: irritação intensa com congestão, edema, fotofobia. Lacrimejamento.
Tratamento: Evitar lavagem gástrica ou êmese.
Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,
bochechos com hidróxido de alumínio),
Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.
Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios antissépticos. Oftalmologista.
Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,
bochechos com hidróxido de alumínio),
Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.
Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios antissépticos. Oftalmologista.
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia milii L.
Nome popular: coroa-de-cristo.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Princípio ativo: Látex Irritante
Quadro Clínico: Irritação de pele e mucosas com hiperemia ou vesículas e bolhas; pústulas, prurido, dor em queimação.
Ingestão: lesão irritativa, sialorréia, disfagia, edema de lábios e língua, dor em queimação, náuseas, vômitos.
Contato ocular: Conjuntivite (processos inflamatórios), lesões de córnea.
Ingestão: lesão irritativa, sialorréia, disfagia, edema de lábios e língua, dor em queimação, náuseas, vômitos.
Contato ocular: Conjuntivite (processos inflamatórios), lesões de córnea.
Tratamento: Lesões de pele: cuidados higiênicos, lavagem com permanganato de potássio 1:10.000, pomadas decorticóides, anti-histamínicos VO
.Ingestão: Evitar esvaziamento gástrico.Analgésicos e antiespasmódicos. Protetores de mucosa (leite, óleo de oliva).
Casos graves: corticóides.Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, avaliação oftalmológica.
.Ingestão: Evitar esvaziamento gástrico.Analgésicos e antiespasmódicos. Protetores de mucosa (leite, óleo de oliva).
Casos graves: corticóides.Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, avaliação oftalmológica.
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia pulcherrima Willd.
Nome popular: rabo-de-arara, papagaio.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Princípio ativo: Látex Irritante
Quadro Clínico: Irritação de pele e mucosas com hiperemia ou vesículas e bolhas; pústulas, prurido, dor em queimação.
Ingestão: lesão irritativa, sialorréia, disfagia, edema de lábios e língua, dor em queimação, náuseas, vômitos.
Contato ocular: Conjuntivite (processos inflamatórios), lesões de córnea.
Ingestão: lesão irritativa, sialorréia, disfagia, edema de lábios e língua, dor em queimação, náuseas, vômitos.
Contato ocular: Conjuntivite (processos inflamatórios), lesões de córnea.
Tratamento: Lesões de pele: cuidados higiênicos, lavagem com permanganato de potássio 1:10.000, pomadas decorticóides, anti-histamínicos VO
.Ingestão: Evitar esvaziamento gástrico.Analgésicos e antiespasmódicos. Protetores de mucosa (leite, óleo de oliva).
Casos graves: corticóides.Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, avaliação oftalmológica.
.Ingestão: Evitar esvaziamento gástrico.Analgésicos e antiespasmódicos. Protetores de mucosa (leite, óleo de oliva).
Casos graves: corticóides.Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, avaliação oftalmológica.
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia tirucalli L.
Nome popular: graveto-do-cão, figueira-do-diabo, dedo-do-diabo, pau-pelado, árvore de São Sebastião.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Princípio ativo: Látex Irritante
Quadro Clínico: Irritação de pele e mucosas com hiperemia ou vesículas e bolhas; pústulas, prurido, dor em queimação.
Ingestão: lesão irritativa, sialorréia, disfagia, edema de lábios e língua, dor em queimação, náuseas, vômitos.
Contato ocular: Conjuntivite (processos inflamatórios), lesões de córnea.
Ingestão: lesão irritativa, sialorréia, disfagia, edema de lábios e língua, dor em queimação, náuseas, vômitos.
Contato ocular: Conjuntivite (processos inflamatórios), lesões de córnea.
Tratamento: Lesões de pele: cuidados higiênicos, lavagem com permanganato de potássio 1:10.000, pomadas decorticóides, anti-histamínicos VO
.Ingestão: Evitar esvaziamento gástrico.Analgésicos e antiespasmódicos. Protetores de mucosa (leite, óleo de oliva).
Casos graves: corticóides.Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, avaliação oftalmológica.
.Ingestão: Evitar esvaziamento gástrico.Analgésicos e antiespasmódicos. Protetores de mucosa (leite, óleo de oliva).
Casos graves: corticóides.Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, avaliação oftalmológica.
PARTE B
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Jatropha curcas L.
Nome popular: pinhão-de-purga, pinhão-paraguaio, pinhão-bravo, pinhão, pião, pião-roxo, mamoninho, purgante-de-cavalo.
Parte tóxica: folhas e frutos.
Princípio Ativo: Toxalbumina (curcina)
Quadro Clínico:
Ingesta: ação irritativa do trato gastrointestinal, dor abdominal, náuseas, vômitos, cólicas intensas, diarréia às vezes sanguinolenta.Hipotensão, dispnéia, arritmia, parada cardíaca. Evolução para desidratação grave, choque, distúrbios hidroeletrolíticos, torpor, hiporreflexia, coma. Pode ocorrer insuficiência renal.
Contato: látex, pelos e espinhos: irritante de pele e mucosas.
Ingesta: ação irritativa do trato gastrointestinal, dor abdominal, náuseas, vômitos, cólicas intensas, diarréia às vezes sanguinolenta.Hipotensão, dispnéia, arritmia, parada cardíaca. Evolução para desidratação grave, choque, distúrbios hidroeletrolíticos, torpor, hiporreflexia, coma. Pode ocorrer insuficiência renal.
Contato: látex, pelos e espinhos: irritante de pele e mucosas.
Tratamento: Antiespasmódicos, antieméticos, eventualmente antidiarréicos. Correção precoce dos distúrbios hidroeletrolíticos
Lesões de pele: soluções antissépticas, analgésicos, anti-histamínicos. Casos graves: corticóides.
Lesões de pele: soluções antissépticas, analgésicos, anti-histamínicos. Casos graves: corticóides.
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Ricinus communis L.
Nome popular: carrapateira, rícino, mamoeira, palma-de-cristo, carrapato.
Parte tóxica: sementes.
Princípio Ativo: Toxalbumina (ricina)
Quadro Clínico:
Ingesta: ação irritativa do trato gastrointestinal, dor abdominal, náuseas, vômitos, cólicas intensas, diarréia às vezes sanguinolenta.Hipotensão, dispnéia, arritmia, parada cardíaca. Evolução para desidratação grave, choque, distúrbios hidroeletrolíticos, torpor, hiporreflexia, coma. Pode ocorrer insuficiência renal.
Contato: látex, pelos e espinhos: irritante de pele e mucosas.
Ingesta: ação irritativa do trato gastrointestinal, dor abdominal, náuseas, vômitos, cólicas intensas, diarréia às vezes sanguinolenta.Hipotensão, dispnéia, arritmia, parada cardíaca. Evolução para desidratação grave, choque, distúrbios hidroeletrolíticos, torpor, hiporreflexia, coma. Pode ocorrer insuficiência renal.
Contato: látex, pelos e espinhos: irritante de pele e mucosas.
Tratamento: Antiespasmódicos, antieméticos, eventualmente antidiarréicos. Correção precoce dos distúrbios hidroeletrolíticos
Lesões de pele: soluções antissépticas, analgésicos, anti-histamínicos. Casos graves: corticóides.
Lesões de pele: soluções antissépticas, analgésicos, anti-histamínicos. Casos graves: corticóides.
Família: Solanaceae.
Nome científico: Datura suaveolens L.
Nome popular: trombeta, trombeta-de-anjo, trombeteira, cartucheira, zabumba.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Princípio ativo: alcalóides beladonados (atropina, escopolamina e hioscina).
Quadro Clínico: Início rápido: náuseas e vômitos.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pele quente, seca e avermelhada, rubor facial, mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação psicomotora, febre, distúrbios de comportamento, alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pele quente, seca e avermelhada, rubor facial, mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação psicomotora, febre, distúrbios de comportamento, alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito.
Tratamento: Esvaziamento gástrico com lavagem gástrica (em tempo útil) com água, permanganato de potássio ou ácido tânico a 4%.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves.
Família:
Nome científico: Datura metel
Nome popular: Saia roxa
Parte tóxica: Semente
Princípio Ativo: Alcalóide daturina
Nome científico: Datura metel
Nome popular: Saia roxa
Parte tóxica: Semente
Princípio Ativo: Alcalóide daturina
Quadro Clínico: Início rápido: náuseas e vômitos.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pele quente, seca e avermelhada, rubor facial, mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação psicomotora, febre, distúrbios de comportamento, alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pele quente, seca e avermelhada, rubor facial, mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação psicomotora, febre, distúrbios de comportamento, alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito.
Tratamento: Esvaziamento gástrico com lavagem gástrica (em tempo útil) com água, permanganato de potássio ou ácido tânico a 4%.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves.
Família: Solanaceae
Nome científico: Datura stramonium L.
Nome popular: Zabumba, Mata zombando, Figueira do inferno
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Nome científico: Datura stramonium L.
Nome popular: Zabumba, Mata zombando, Figueira do inferno
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Princípio ativo: Plantas Beladonadas
Quadro Clínico: Início rápido: náuseas e vômitos.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pele quente, seca e avermelhada, rubor facial, mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação psicomotora, febre, distúrbios de comportamento, alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pele quente, seca e avermelhada, rubor facial, mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação psicomotora, febre, distúrbios de comportamento, alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito.
Tratamento: Esvaziamento gástrico com lavagem gástrica (em tempo útil) com água, permanganato de potássio ou ácido tânico a 4%.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves.
Família: Meliaceae
Nome científico: Melia azedarach L.
Nome popular: Lilás ou lírio da índia, cinamomo, lírio ou lilás da china, lírio ou lilás do Japão, jasmim-de-caiena, jasmim-de-cachorro, jasmim-de-soldado, árvore-santa, loureiro-grego, Santa Bárbara.
Parte tóxica: frutos e chá das folhas.
Nome científico: Melia azedarach L.
Nome popular: Lilás ou lírio da índia, cinamomo, lírio ou lilás da china, lírio ou lilás do Japão, jasmim-de-caiena, jasmim-de-cachorro, jasmim-de-soldado, árvore-santa, loureiro-grego, Santa Bárbara.
Parte tóxica: frutos e chá das folhas.
Princípio ativo: saponinas e alcalóides neurotóxicos (azaridina).
Quadro Clínico: Início rápido: náuseas e vômitos.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pele quente, seca e avermelhada, rubor facial, mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação psicomotora, febre, distúrbios de comportamento, alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito.
Quadro Clínico: Início rápido: náuseas e vômitos.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pele quente, seca e avermelhada, rubor facial, mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação psicomotora, febre, distúrbios de comportamento, alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito.
Tratamento: Esvaziamento gástrico com lavagem gástrica (em tempo útil) com água, permanganato de potássio ou ácido tânico a 4%.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves.
PARTE C
Família: Apocynaceae.
Nome científico: Thevetia peruviana Schum.
Nome popular: jorro-jorro, bolsa-de-pastor.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Princípio Ativo: Glicosídeos Cardiotóxicos
Quadro Clínico: Quadro semelhante à intoxicação por digitálicos.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tonturas, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arritmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tonturas, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arritmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento.
Tratamento: Tratamento de suporte, com atenção especial aos distúrbios hidroeletrolíticos.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, analgésicos e avaliação oftalmológica.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, analgésicos e avaliação oftalmológica.
Familia : Asclepiadaceae
Nome Cientifico: Asclepias curassavica L.
Nome Popular: Paina-de-sapo, oficial-de-sala, cega-olhos, erva-de-paina, margaridinha, imbira-de-sapo, erva de rato falsa
Nome Cientifico: Asclepias curassavica L.
Nome Popular: Paina-de-sapo, oficial-de-sala, cega-olhos, erva-de-paina, margaridinha, imbira-de-sapo, erva de rato falsa
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Princípio Ativo: Glicosídeos Cardiotóxicos
Quadro Clínico: Quadro semelhante à intoxicação por digitálicos.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tonturas, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arritmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tonturas, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arritmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento.
Tratamento: Tratamento de suporte, com atenção especial aos distúrbios hidroeletrolíticos.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, analgésicos e avaliação oftalmológica.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, analgésicos e avaliação oftalmológica.
Família: Apocynaceae.
Nome científico: Nerium oleander L.
Nome popular: oleandro, louro rosa.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Princípio Ativo: Glicosídeos Cardiotóxicos
Quadro Clínico: Quadro semelhante à intoxicação por digitálicos.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tonturas, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arritmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tonturas, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arritmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento.
Tratamento: Tratamento de suporte, com atenção especial aos distúrbios hidroeletrolíticos.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, analgésicos e avaliação oftalmológica.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, analgésicos e avaliação oftalmológica.
Família: Scrophulariaceae
Nome científico: Digitalis purpúrea L.
Nome popular: Dedaleira, digital
Parte tóxica: Folha e Flor
Princípio Ativo: Glicosídeos Cardiotóxicos
Nome científico: Digitalis purpúrea L.
Nome popular: Dedaleira, digital
Parte tóxica: Folha e Flor
Princípio Ativo: Glicosídeos Cardiotóxicos
Quadro Clínico: Quadro semelhante à intoxicação por digitálicos.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tonturas, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arritmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tonturas, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arritmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento.
Tratamento: Tratamento de suporte, com atenção especial aos distúrbios hidroeletrolíticos.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, analgésicos e avaliação oftalmológica.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, analgésicos e avaliação oftalmológica.
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Manihot utilissima Pohl. (Manihot esculenta ranz).
Nome popular: mandioca, maniva.
Parte tóxica: raiz e folhas.
Princípio Ativo: Glicosídios Cianogênicos
Quadro Clínico: Liberam ácido cianídrico causando anóxia celular. Distúrbios gastrointestinais: náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, acidose metabólica, hálito de amêndoas amargas.
Distúrbios neurológicos: sonolência, torpor,convulsões e coma.
Crise típica: opistótono, trismas e midríase.
Distúrbios respiratórios: dispnéia, apnéia, secreções, cianose, distúrbios cárdiocirculatórios.
Hipotensão na fase final. Sangue vermelho rutilante.
Distúrbios neurológicos: sonolência, torpor,convulsões e coma.
Crise típica: opistótono, trismas e midríase.
Distúrbios respiratórios: dispnéia, apnéia, secreções, cianose, distúrbios cárdiocirculatórios.
Hipotensão na fase final. Sangue vermelho rutilante.
Tratamento: Tratamento precoce. Exames laboratoriais para detecção de tiocianatos na saliva ou cianeto no sangue.
Nitrito de Amila por via inalatória 30seg a cada 2min: formação de cianometahemoglobina (atóxica).
Nitrito de Sódio 3% - 10ml EV (adultos), se neces. tratar com Azul de Metileno + Vit C.
Hipossulfito de Sódio 25% - 25 a 50ml EV (adultos), 1ml/Kg (crianças).
Dão origem a tiocianatos.O2.Hidroxicobalamina 15000mcg EV-formação de ciano-Cobalamina (atóxica). Esvaziamento gástrico.
Nitrito de Amila por via inalatória 30seg a cada 2min: formação de cianometahemoglobina (atóxica).
Nitrito de Sódio 3% - 10ml EV (adultos), se neces. tratar com Azul de Metileno + Vit C.
Hipossulfito de Sódio 25% - 25 a 50ml EV (adultos), 1ml/Kg (crianças).
Dão origem a tiocianatos.O2.Hidroxicobalamina 15000mcg EV-formação de ciano-Cobalamina (atóxica). Esvaziamento gástrico.
Família: Rosaceae
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Nome científico: Prunus sphaerocarpa SW
Nome popular: pessegueiro bravo, marmeleiro bravo.
Partes tóxicas: frutas e sementes.
Princípio Ativo: Glicosídios Cianogênicos
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Nome científico: Prunus sphaerocarpa SW
Nome popular: pessegueiro bravo, marmeleiro bravo.
Partes tóxicas: frutas e sementes.
Princípio Ativo: Glicosídios Cianogênicos
Quadro Clínico: Liberam ácido cianídrico causando anóxia celular. Distúrbios gastrointestinais: náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, acidose metabólica, hálito de amêndoas amargas.
Distúrbios neurológicos: sonolência, torpor,convulsões e coma.
Crise típica: opistótono, trismas e midríase.
Distúrbios respiratórios: dispnéia, apnéia, secreções, cianose, distúrbios cárdiocirculatórios.
Hipotensão na fase final. Sangue vermelho rutilante.
Distúrbios neurológicos: sonolência, torpor,convulsões e coma.
Crise típica: opistótono, trismas e midríase.
Distúrbios respiratórios: dispnéia, apnéia, secreções, cianose, distúrbios cárdiocirculatórios.
Hipotensão na fase final. Sangue vermelho rutilante.
Tratamento: Tratamento precoce. Exames laboratoriais para detecção de tiocianatos na saliva ou cianeto no sangue.
Nitrito de Amila por via inalatória 30seg a cada 2min: formação de cianometahemoglobina (atóxica).
Nitrito de Sódio 3% - 10ml EV (adultos), se neces. tratar com Azul de Metileno + Vit C.
Hipossulfito de Sódio 25% - 25 a 50ml EV (adultos), 1ml/Kg (crianças).
Dão origem a tiocianatos.O2.Hidroxicobalamina 15000mcg EV-formação de ciano-Cobalamina (atóxica). Esvaziamento gástrico.
Nitrito de Amila por via inalatória 30seg a cada 2min: formação de cianometahemoglobina (atóxica).
Nitrito de Sódio 3% - 10ml EV (adultos), se neces. tratar com Azul de Metileno + Vit C.
Hipossulfito de Sódio 25% - 25 a 50ml EV (adultos), 1ml/Kg (crianças).
Dão origem a tiocianatos.O2.Hidroxicobalamina 15000mcg EV-formação de ciano-Cobalamina (atóxica). Esvaziamento gástrico.
BROTO DE BAMBU
Princípio Ativo: Glicosídios Cianogênicos
Quadro Clínico: Liberam ácido cianídrico causando anóxia celular. Distúrbios gastrointestinais: náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, acidose metabólica, hálito de amêndoas amargas.
Distúrbios neurológicos: sonolência, torpor,convulsões e coma.
Crise típica: opistótono, trismas e midríase.
Distúrbios respiratórios: dispnéia, apnéia, secreções, cianose, distúrbios cárdiocirculatórios.
Hipotensão na fase final. Sangue vermelho rutilante.
Distúrbios neurológicos: sonolência, torpor,convulsões e coma.
Crise típica: opistótono, trismas e midríase.
Distúrbios respiratórios: dispnéia, apnéia, secreções, cianose, distúrbios cárdiocirculatórios.
Hipotensão na fase final. Sangue vermelho rutilante.
Tratamento: Tratamento precoce. Exames laboratoriais para detecção de tiocianatos na saliva ou cianeto no sangue.
Nitrito de Amila por via inalatória 30seg a cada 2min: formação de cianometahemoglobina (atóxica).
Nitrito de Sódio 3% - 10ml EV (adultos), se neces. tratar com Azul de Metileno + Vit C.
Hipossulfito de Sódio 25% - 25 a 50ml EV (adultos), 1ml/Kg (crianças).
Dão origem a tiocianatos.O2.Hidroxicobalamina 15000mcg EV-formação de ciano-Cobalamina (atóxica). Esvaziamento gástrico.
Nitrito de Amila por via inalatória 30seg a cada 2min: formação de cianometahemoglobina (atóxica).
Nitrito de Sódio 3% - 10ml EV (adultos), se neces. tratar com Azul de Metileno + Vit C.
Hipossulfito de Sódio 25% - 25 a 50ml EV (adultos), 1ml/Kg (crianças).
Dão origem a tiocianatos.O2.Hidroxicobalamina 15000mcg EV-formação de ciano-Cobalamina (atóxica). Esvaziamento gástrico.
PARTE D
Família: Leguminosae (Fabaceae)
Nome científico: Cytisus Scoparius
Nome Popular : Giesta.
Parte tóxica: Folha, Caule e Flor.
Nome científico: Cytisus Scoparius
Nome Popular : Giesta.
Parte tóxica: Folha, Caule e Flor.
Princípio Ativo: Alcalóides não Atropínicos
Quadro Clínico: Predominam sintomas gastrointestinais: náuseas, cólicas abdominais e diarréia.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Raramente torpor e discreta confusão mental.
Tratamento: Esvaziamento gástrico (muitas vezes não é necessário lavagem gástrica). Antiespasmódico, antiemético.Manter o estado de hidratação. Tratamento sintomático.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Raramente torpor e discreta confusão mental.
Tratamento: Esvaziamento gástrico (muitas vezes não é necessário lavagem gástrica). Antiespasmódico, antiemético.Manter o estado de hidratação. Tratamento sintomático.
JOÁ
Família:
Nome científico:
Nome científico:
Nome Popular : Joá.
Parte tóxica: Fruto e Semente.
Parte tóxica: Fruto e Semente.
Princípio Ativo: Alcalóides não Atropínicos
Quadro Clínico: Predominam sintomas gastrointestinais: náuseas, cólicas abdominais e diarréia.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Raramente torpor e discreta confusão mental, sintomas de intoxicação atropínica e às vezes obstrução intestinal.
Torpor, astenia e prostração. Quadro simula abdômen agudo.
Tratamento: Esvaziamento gástrico (muitas vezes não é necessário lavagem gástrica).Antiespasmódico, antiemético.Manter o estado de hidratação.No quadro obstrutivo por Joá: clister à base de soro fisiológico.Tratamento sintomático.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Raramente torpor e discreta confusão mental, sintomas de intoxicação atropínica e às vezes obstrução intestinal.
Torpor, astenia e prostração. Quadro simula abdômen agudo.
Tratamento: Esvaziamento gástrico (muitas vezes não é necessário lavagem gástrica).Antiespasmódico, antiemético.Manter o estado de hidratação.No quadro obstrutivo por Joá: clister à base de soro fisiológico.Tratamento sintomático.
Família: Ranunculaceae
Nome científico: Delphinium spp
Nome científico: Delphinium spp
Nome Popular : Esporinha
Parte tóxica: Semente
Parte tóxica: Semente
Princípio Ativo: Alcalóides não Atropínicos (Alcalóide delfina)
Quadro Clínico: Predominam sintomas gastrointestinais: náuseas, cólicas abdominais e diarréia.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Raramente torpor e discreta confusão mental.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Raramente torpor e discreta confusão mental.
Tratamento: Esvaziamento gástrico (muitas vezes não é necessário lavagem gástrica).Antiespasmódico, antiemético.Manter o estado de hidratação.No quadro obstrutivo por Joá: clister à base de soro fisiológico.Tratamento sintomático.
Família: Asteraceae
Nome científico: Senecio spp.
Nome popular: maria-mole, tasneirinha, flor das almas.
Nome científico: Senecio spp.
Nome popular: maria-mole, tasneirinha, flor das almas.
Princípio Ativo: Alcalóides não Atropínicos
Quadro Clínico: Predominam sintomas gastrointestinais: náuseas, cólicas abdominais e diarréia.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Raramente torpor e discreta confusão mental.
Principalmente crônica pode causar doença hepática com evolução para cirrose ou S. Budd-Chiari.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Raramente torpor e discreta confusão mental.
Principalmente crônica pode causar doença hepática com evolução para cirrose ou S. Budd-Chiari.
Tratamento: Esvaziamento gástrico (muitas vezes não é necessário lavagem gástrica).Antiespasmódico, antiemético.Manter o estado de hidratação.No quadro obstrutivo por Joá: clister à base de soro fisiológico.Tratamento sintomático.
Plantas: Cogumelos não comestíveis: Várias famílias e gênero: Amanita sp, Boletus sp, Clavaria sp e outros
Princípio Ativo: Cogumelos
Quadro Clínico: (pp. Síndromes) Síndrome Gastrointestinal: náuseas, vômitos, desconforto e dores abdominais e diarréia.
Aparecimento em 1 a 3 h.
Distúrbios hidroeletrolíticos e circulatórios.
Síndrome Muscarínica: Período de incubação geralmente de 1 hora. Cefaléia, vômitos, cólicas abdominais, sudorese intensa. Visão borrada, miose, salivação, broncoespasmo, lacrimejamento, rinorréia. Bradicardia, tremores, tonturas, hipotensão arterial, choque.
Aparecimento em 1 a 3 h.
Distúrbios hidroeletrolíticos e circulatórios.
Síndrome Muscarínica: Período de incubação geralmente de 1 hora. Cefaléia, vômitos, cólicas abdominais, sudorese intensa. Visão borrada, miose, salivação, broncoespasmo, lacrimejamento, rinorréia. Bradicardia, tremores, tonturas, hipotensão arterial, choque.
Tratamento: Síndrome gastrointestinal: sintomático, antiemético, antiespasmódico, correção dos distúrbios hidroeletrolíticos. Observar paciente por 2-3 dias.
Síndrome muscarínica: Atropina. Medidas sintomáticas e de suporte.
Síndrome muscarínica: Atropina. Medidas sintomáticas e de suporte.
OUTRAS PLANTAS TÓXICAS
Família: Urticaceae.
Nome científico: Fleurya aestuans L.
Nome popular: urtiga-brava, urtigão, cansanção.
Parte tóxica: pêlos do caule e folhas.
Parte tóxica: pêlos do caule e folhas.
Princípio ativo: histamina, acetilcolina, serotonina.
Sintomas: o contato causa dor imediata devido ao efeito irritativo, com inflamação, vermelhidão cutânea, bolhas e coceira.
Sintomas: o contato causa dor imediata devido ao efeito irritativo, com inflamação, vermelhidão cutânea, bolhas e coceira.
Família: Anacardiaceae.
Nome científico: Lithraea brasiliens March.
Nome popular: pau-de-bugre, coração-de-bugre, aroeirinha preta, aroeira-do-mato, aroeira-brava.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Princípio ativo: os conhecidos são os óleos voláteis, felandreno, carvacrol e pineno.
Sintomas: o contato ou, possivelmente, a proximidade provoca reação dérmica local (bolhas, vermelhidão e coceira), que persiste por vários dias; a ingestão pode provocar manifestações gastrointestinais.
Sintomas: o contato ou, possivelmente, a proximidade provoca reação dérmica local (bolhas, vermelhidão e coceira), que persiste por vários dias; a ingestão pode provocar manifestações gastrointestinais.
ARVORES
TERRA
A TERRA
UM PLANETA DOENTE?
MAS não estamos falando de um paciente humano, e sim de nosso lar, a Terra. A descrição acima ilustra muito bem o que está acontecendo com o nosso planeta. Ar poluído, aquecimento global, águas contaminadas e resíduos tóxicos são apenas alguns dos sintomas da grave enfermidade que aflige o planeta. Como os médicos mencionados acima, os especialistas confrontam-se com um dilema: O que fazer?
A mídia freqüentemente apresenta manchetes e declarações que chamam atenção ao deplorável estado de saúde da Terra. Veja alguns exemplos: “Pesca com dinamite transforma fundo do mar em campo de extermínio”. “Um bilhão de asiáticos correm risco de ficar sem água potável daqui a 24 anos”. “A cada ano paga-se para que quarenta milhões de toneladas de lixo tóxico sejam despejadas em outros países”. “Quase dois terços dos 1.800 poços do Japão estão contaminados”. “O buraco na camada de ozônio sobre a Antártida está maior do que nunca”.
As notícias sobre ameaças ao meio ambiente são tão freqüentes que algumas pessoas começam a desconsiderá-las, talvez até pensando: “Desde que não afete a minha vida, isso não me preocupa.” Mas quer nos demos conta disso quer não, a destruição indiscriminada do meio ambiente afeta a grande maioria das pessoas. Visto que a poluição está por toda parte, é provável que já afete vários aspectos da nossa vida. Por isso, todos nós deveríamos nos preocupar com a saúde e a preservação do nosso lar. Afinal, onde moraríamos caso a Terra se tornasse inabitável?
Qual é a extensão do problema? A Terra está mesmo tão doente assim? Como isso afeta a vida das pessoas? Vamos dar uma olhada em apenas alguns dos fatores que nos ajudarão a entender por que se pode dizer que a Terra não está apenas com uma leve indisposição, mas gravemente doente.
OCEANOS: Grandes extensões dos oceanos sofrem com a pesca predatória. Um relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente diz que “70% das regiões de pesca marinha são tão exploradas que a reprodução mal consegue, se é que consegue, repor o que se pesca”. Por exemplo, a população de bacalhau, merluza, hadoque e linguado no Atlântico Norte caiu em até 95% entre 1989 e 1994. Se a tendência persistir, o que será dos milhões de pessoas que dependem do mar como principal fonte de sustento?
Além disso, estima-se que, todo ano, de 20 milhões a 40 milhões de toneladas de animais marinhos sejam capturados e jogados de volta ao oceano — em geral feridos ou mortos. Por quê? São criaturas capturadas acidentalmente com os peixes de valor comercial, mas que são consideradas refugo.
FLORESTAS: O desmatamento tem muitos efeitos colaterais. Com menos árvores, diminui a capacidade da Terra de absorver dióxido de carbono, que segundo se diz é uma das causas do aquecimento global. Com a destruição das matas, desaparecem espécies de plantas que poderiam fornecer medicamentos vitais. Mas a taxa de destruição das florestas continua num ritmo constante— de fato, aumentou nos últimos anos. Alguns especialistas acreditam que, se isso continuar, as florestas tropicais desaparecerão em cerca de 20 anos.
RESÍDUOS TÓXICOS: Materiais perigosos despejados em terra ou no mar representam um perigo em potencial para milhões de pessoas. Resíduos radioativos, metais pesados e subprodutos da fabricação de plástico são alguns dos elementos que podem causar anomalias, doenças ou mortes ao homem e aos animais.
SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS: Nos últimos cem anos, começaram a ser usadas cerca de 100.000 novas substâncias químicas. Elas acabam contaminando o ar, o solo, a água e os alimentos. Relativamente poucas delas foram analisadas quanto ao seu efeito sobre a saúde humana. Mas entre as que foram testadas, um bom número foi considerado carcinogênico ou causador de outras doenças.
Há muitas outras ameaças ao nosso meio ambiente: poluição do ar, esgotos não tratados, chuva ácida, escassez de água limpa. Mas as poucas mencionadas acima são suficientes para comprovar que a Terra está bem doente. É possível salvar esse paciente, ou já se trata de Perdido?
MEIO AMBIENTE
MEIO AMBIENTE - é o conjunto de condições, leis, influências e infra-estrutura de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas.
BIOSFERA - biosfera. Bios vem do grego "vida". A biosfera se estende um pouco acima e um pouco abaixo da superfície do planeta é uma película de terra firme, água, energia e ar que envolve o planeta Terra. É o habitat viável de todas as espécies de seres vivos.
ECOLOGIA - É o estudo do lugar onde se vive, com ênfase sobre a totalidade ou padrão de relações entre os organismos e o seu ambiente. Deriva do grego "oikos" = casa e "logos"=estudo, ou seja, o estudo do meio ambiente onde vivemos e a sua relação e interação com todos os seres vivos.
BIOSFERA - biosfera. Bios vem do grego "vida". A biosfera se estende um pouco acima e um pouco abaixo da superfície do planeta é uma película de terra firme, água, energia e ar que envolve o planeta Terra. É o habitat viável de todas as espécies de seres vivos.
ECOLOGIA - É o estudo do lugar onde se vive, com ênfase sobre a totalidade ou padrão de relações entre os organismos e o seu ambiente. Deriva do grego "oikos" = casa e "logos"=estudo, ou seja, o estudo do meio ambiente onde vivemos e a sua relação e interação com todos os seres vivos.
IMPACTO AMBIENTAL - qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam a saúde, a segurança e o bem estar da população; as atividades sociais e econômicas; a biota; as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; a qualidade dos recursos ambientais .
EL NIÑO - É um fenômeno meteorológico natural que se repete de 2 a 7 anos, em média, e decorre do aumento anormal da temperatura do Oceano Pacífico, atingindo mais intensamente o Peru. A costa peruana é caracterizada por águas muito frias. Como a substituição das águas normalmente frias por quentes costuma ocorrer logo após o Natal, esse fenômeno meteorológico passou a ser chamado de El Niño ( o Menino Jesus, em espanhol). Há registros de sua ocorrência desde a época do descobrimento da América. O aquecimento das águas superficiais do Pacífico interfere no regime de ventos e, portanto, no deslocamento das nuvens e no regime das chuvas, gerando alterações significativas do clima em todo o planeta. Grandes secas na Índia, no Nordeste do Brasil, na Austrália, Indonésia e África podem ser decorrentes do fenômeno, assim como algumas enchentes no Sul e Sudeste do Brasil, Peru, Equador e no Meio Oeste dos Estados Unidos. Em algumas áreas, observam-se temperaturas mais elevadas que o normal ( como é o caso das regiões central e Sudeste do Brasil, durante o inverno), enquanto em outras ocorrem frio e neve em excesso. Especificamente no Brasil, o El Niño provoca chuvas intensas no Sul e secas mais severas no Norte e Nordeste. O Estado de São Paulo está localizado numa zona de transição. Aqui o El Niño provoca chuvas ligeiramente acima do normal, mas também provoca uma melhor distribuição de chuvas em alguns meses (setembro, novembro, abril e maio). Isso significa que o fenômeno pode apresentar aspectos negativos, como a maior possibilidade de ocorrência de inundações, mas também pode ser benéfico, desde que se esteja convenientemente preparado para enfrentá-lo. Assim, a melhor distribuição de chuvas pode beneficiar a agricultura. Do ponto de vista hidrológico, o El Niño aumenta a chance de ocorrência de vazões mais elevadas em rios do Estado de São Paulo. Isso pode provocar enchentes e inundações, mas ao mesmo tempo, também com o aumento da vazão dos rios, melhora as condições de geração de energia e abastecimento de água . El NINO eu diária EL DEPREDAÇÃO, Como ambientalista as graves mudanças climáticas não seria nada mais com a retirada da roupa da mãe Natureza, O ciclo normal das chuvas estão sendo alteradas não pelo el-nino mas sim pela mão do homem. É muito fácil de entender. Observe a Amazonas ainda temos uma densa biodiversidade de elementos vegetais a quantidade de floresta é imensa e úmida isto provoca chuvas torrenciais quase todos os dias, embora o solo seja muito pobre, a floresta é rica em vida animal. As arvores seguram o vento não deixando que circule livremente sendo que em uma área aberta ele cria força transformando em furacão. A influencia dos ventos sem a umidade necessária das arvores os rios e nascente secam mais rapidamente e o vento se encube de levar esta evaporação para lugares distantes, esta é a umidade do solo que causa a chuva. Porque alguns deserto nunca chove? Porque chove muito as vezes em um lugar só? Porque as alta temperaturas? Isto não acontecia antes do Homem começar a depredar...
Proteção Solar

Os raios ultravioletas irradiados pelo sol atingem a Terra com intensidade suficiente para agredir a pele seriamente e causar câncer.
A radiação ultravioleta B (UVB) é a responsável pela maioria dos efeitos carcinogênicos (que dão origem ao câncer) na pele. A UVB é mais intensa entre 10 e 16 horas. É aconselhável, então, evitar exposição solar durante este período.
A radiação ultravioleta A (UVA) induz ao foto-envelhecimento e está relacionada com o desenvolvimento do melanoma maligno. Uma diferença importante entre a radiação UVA e UVB é que a intensidade da UVA é a mesma durante todo o dia e durante todas as estações do ano.
Depois de uma prolongada exposição à luz solar, a parte mais externa da pele torna-se mais grossa e de coloração avermelhada. Isso ocorre devido ao aumento da produção da melanina. A melanina é uma substância protetora natural que absorve a energia dos raios ultravioleta e evita que estes penetrem mais profundamente nos tecidos.
Para evitar que essa exposição excessiva traga algum dano a pele, é necessário tomar alguns cuidados especiais como: utilização de filtro solar, boné, chapéu, óculos de sol, roupas protetoras e principalmente evitar o sol das 10:00 às 16:00.
Filtro Solar
O filtro solar, também conhecido como protetor solar, é uma loção, spray ou produto tópico que ajuda a proteger a pele da radiação ultravioleta A e B do sol. Ele ajuda na redução das queimaduras solares e outros danos à pele, ultimamente ligado a um menor risco de câncer de pele.
Os filtros solares devem ser utilizados diariamente. Há muitos produtos cosméticos disponíveis que já contém filtros solares em sua composição, pois além de tudo, a proteção solar é a principal forma de prevenir o envelhecimento prematuro e de permitir que a pele danificada possa se reparar.
A luz solar é refletida de forma muito intensa pela areia (17%). Assim, mesmo embaixo da barraca ou na sombra, o filtro deverá ser aplicado. Não reserve o uso dos filtros solares apenas para dias ensolarados de verão. Mesmo em um dia nublado, 80% dos raios ultravioleta ultrapassam as nuvens.
Na hora da escolha do seu produto, preste atenção em algumas características desejáveis em seu protetor:
- Anti UVA e UVB: filtros que protegem tanto contra os raios ultravioleta A e ultravioleta B.
- Hipoalergênico: utiliza substâncias que geralmente não provocam alergias.
- Livre de PABA ou "PABA Free": filtros que não contém a substância PABA, que tem alto poder de causar alergias.
- Livre de óleo ou "oil free": filtros cujos veículos não contêm substâncias oleosas. São os mais indicados para pessoas de pele oleosa ou com tendência à formação de cravos e espinhas.
- Não comedogênico: filtros que não obstruem os poros, evitando assim a formação de cravos. São também indicados para pessoas de pele oleosa e com tendência à formação de cravos e espinhas.
FPS – Fator de Proteção Solar
O fatores de proteção solar (FPS), característica de todos filtros solares, é uma medida de quanto tempo uma pessoa pode ficar exposta ao sol, sem se queimar. É um indicativo que auxilia na escolha do produto de acordo com o tipo de pele. Para peles mais claras, o tempo de exposição solar necessária para queimá-las é menor que para peles mais resistentes.
Quanto mais alto o valor do FPS; maior a proteção que o filtro solar oferece contra raiosUV-B (a radiação ultravioleta que causa a queimadura solar) e UV-A (mais associada aos danos de longo prazo na pele). Por exemplo, uma pessoa que se queimaria depois de 12 minutos no sol, se protegida por um filtro solar FPS10 (10 vezes mais proteção), estende o prazo para 120 minutos (2 horas).
Por outro lado, quanto maior o FPS maiores são as chances de desenvolver uma sensibilização cutânea (alergia de pele), devido ao aumento da concentração de substâncias químicas (por isso é importante consultar um médico para saber a necessidade da sua pele). Além disso, quanto maior o FPS, mais oleoso é o produto.
Peles mais claras necessitam de filtros com FPS mais altos (FPS 30 no mínimo), enquanto que nas peles morenas (mais resistentes), um FPS mais baixo é suficiente (mas no mínimo FPS 15). Existem filtros com FPS variando entre 2 e 100.
Dicas para Proteção Solar
- Use um filtro solar de FPS de no mínimo 15. A maioria dos produtos protege apenas contra os raios UVB, que fazem a pele ficar vermelha. Algumas marcas oferecem também proteção contra os raios UVA, que penetram nas camadas mais internas da pele. Procure um com proteção UVA e UVB.
- Mesmo com protetor, use chapéu com aba para cobrir as orelhas e óculos escuros quando houver sol intenso.
- Hidrate a pele após ter tomado sol, evitando seu ressecamento.
- Permaneça na sombra sempre que possível.
- Evite o sol das 10:00 as 16:00
- Na praia, reaplique o produto a cada 2 horas. No dia-a-dia, passe de manhã e reaplique ao meio-dia.
- Não se esqueça de proteger as orelhas, lábios, pescoço, dorso das mãos e dos pés, além de onde o cabelo estiver rarefeito.
Sugestões de Protetores Solares
1. Photoage FPS 60 Dermage
Bloqueador solar facial com exclusivo complexo de 5 potentes antioxidantes. Oferece 96,5% de proteção contra os raios UVA, prevenindo o aparecimento de rugas e o envelhecimento precoce da pele. Protege o DNA das células e evita o surgimento da câncer de pele através da sua ação antioxidante. Textura leve e não oleosa, indicada para todos os tipos de pele.
2. Ultra Sheer FPS 55 Neutrogena
Possui uma inovadora forma de proteção solar, proporciona solução altamente eficaz contra os raios UVA/UVB, em ma formulação ultraleve, com toque seco totalmente não-oleoso, deixando a pele macia e suave.
3. MINESOL® Oil Control FPS 30
Gel-Creme Bloqueador Solar Facial que reduz e controla a oleosidade da pele. MINESOL® Oil Control é um protetor solar diário, testado por dermatologistas e clinicamente comprovado que, além de oferecer as mais eficazes soluções contra os efeitos nocivos do sol (UVA-UVB), reduz e controla a oleosidade da pele.
4.-Photoderm Max Tinto Creme FPS 100
Contém poderosos fotoprotetores diretos (filtros dos raios UVA e UVB) e indiretos (anti-radicais) formulados com uma base reestruturante que ajuda no antienvelhecimento. Além do benefício da alta proteção, tonaliza a pele.
5. Melora c FPS 15
Fotoproteção diária que previne os primeiros sinais de envelhecimento cutâneo. Composição: 5% de Vitamina C na forma patenteada estabilizada de Sódio Ascorbil Fosfato,1%Vitamina A e 0,5% Vitamina E. Indicado para peles oleosas.
6 – Natura Fotoequilíbrio Facial FPS 30
Oferece proteção solar contra os raios UVA e UVB. Fórmula foto-estável que promove maior segurança por manter as suas propriedades protetoras ao longo da exposição solar ( desde que observadas as instruções de uso e advertências). Contém glicerina vegetal, que garante hidratação por até 8horas.
7. Protetor Solar Spray SPF 30 Nivea
Proteção UVA/UVB, prevenindo a formação de rugas e manchas solares. Textura suave que promove uma rápida absorção do produto pela pele. Sua fórmula é resistente à água e é indicada para todos os tipos de pele. Oferece proteção confiável contra as queimaduras solares, prevenindo rugas e manchas ocasionadas pelo sol.Indicado para o corpo.
8. SUNDOWN® Protetor Solar FPS15
Loção cremosa, não oleosa, que hidrata a pele, evitando o ressecamento causado pelo sol. Não sai na água e age por 2 horas. Protege a pele dos efeitos nocivos das radiações UVA e UVB podendo ajudar a evitar rugas e o envelhecimento precoce da pele devido o excesso de sol. Oferece proteção moderada contra queimaduras, permitindo algum bronzeamento. Não contém PABA.
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