bond faro

terça-feira, 29 de outubro de 2013

A importância do protetor solar para cabelo

Não é só a nossa pele que sofre prejuízo com o excesso de exposição ao sol. Os raios UV também danificam a estrutura do cabelo e o resultado é um só: o cabelo fica áspero, ressecado, sem brilho e cheio de pontas duplas. Evitar tudo isso é fácil. Basta aplicar o cosmético certo. "O protetor solar de cabelo forma uma película que 'encapa' o fio. Ele age como uma barreira contra a ação dos raios UV", afirma o cabeleireiro Glecciano Luz. Conheça os benefícios do uso desse produto e preserve a saúde e a beleza dos fios no verão.

Num país de clima tropical...

O excesso de sol pode deixar seu cabelo:

· Desidratado e ressecado, já que o sol abre a cutícula dos fios e permite que a água se perca rapidamente.
· Frágil e quebradiço, porque com a cutícula aberta também há perda de proteínas e outros nutrientes que dão força e vitalidade aos fios.

· Opaco. Como as escamas dos fios se abrem, a superfície capilar não reflete a luz e, aí, adeus brilho.

· Desbotado. "Os raios UV penetram no interior dos fios, onde ficam os pigmentos naturais ou artificiais, oxidando-os. A agressão solar desbota os fios escuros, tornando-os avermelhados enquanto os loiros ficam esverdeados", diz Glecciano.

Além de usar chapéu ou boné...

1. Depois do banho de mar ou piscina, enxágue o cabelo com água doce, aplique creme ou protetor solar do comprimento até as pontas. "Passe nos fios ainda úmidos, para potencializar o efeito dos componentes hidratantes. Depois, desembarace com um pente de dentes largos", ensina o cabeleireiro.

2. Não se esqueça de reaplicar o produto após cada mergulho!

3. Na praia ou piscina, use um chapéu ou lenço, para impedir a ação dos raios de sol sobre os fios e o couro cabeludo.

Sugestão de produtos

Foto: Divulgação
1. Leave-in Tutannol Praia e Piscina, Hidran, R$ 12*
2. Leite para Pentear Elsève Solar, L'Oréal Paris, R$ 10,30*
3. Creme para Pentear Pré-Praia, Skafe, R$ 15*
4. Máscara de Proteção Solar Advance Techniques, Avon, R$ 14*
5. Leave-in Biodose Sports 72, Elans Cosméticos, R$ 18*
Foto: Divulgação
1. Leave-in Sun Protection, Vult, R$ 12*
2. Protetor Solar Capilar Solare, Bioderm, R$ 22*
3. Creme para Pentear Verão, Natura, R$ 21,10*
4. Proteção para o Cabelo Fragrância Manga Verde, Sol de Janeiro, R$ 32*
5. SP Sun Cconcentrate com UVA e UVB, Wella, R$ 60,75*

terça-feira, 22 de outubro de 2013

ESPECIAL-Brasil retrocede na proteção à Amazônia

Ivo Lubrinna vem extraindo ouro há mais de 30 anos da floresta em Itaituba, no Pará. É uma atividade notoriamente suja, já que as equipes removem uma camada de solo na floresta, e ao longo de margens de rio, e usam mercúrio e outros poluentes para retirar o metal precioso da lama.

Depois que madeireiros se mudaram para a região de Campo Verde, sobraram apenas tocos dispersos - Nacho Doce/Reuters
Depois que madeireiros se mudaram para a região de Campo Verde, sobraram apenas tocos disperso

Nos últimos anos, Lubrinna passou a ter um segundo emprego: secretário de Meio Ambiente dessa cidade de 100 mil habitantes, porta de entrada para o mais antigo parque nacional e seis reservas naturais na vasta floresta amazônica brasileira. Por isso, é seu trabalho proteger a área da depredação de madeireiros, caçadores, posseiros e garimpeiros.
Seu duplo papel divide impecavelmente seu dia de trabalho: pela manhã, como regulador, à tarde, garimpeiro. "Tenho de ser bonzinho de manhã", diz Lubrinna, de 64 anos, corpulento, calvo, com a voz de barítono. "À tarde, eu preciso me defender."
Até recentemente, o evidente conflito de interesses não teria muita importância nesta fronteira livre de controle dos órgãos legais e com conflitos frequentemente violentos, motivados por disputa por terra e recursos. Era tarefa do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) policiar a Amazônia do jeito melhor que pudesse.
Mas no ano passado, a presidente Dilma Rousseff autorizou uma mudança pela qual boa parte da autoridade ambiental foi transferida da noite para o dia a governos estaduais e municipais.
Dos 168 escritórios regionais que o Ibama possuía alguns anos atrás, 91 foram fechados, de acordo com funcionários da agência. Lubrinna diz que agentes do Ibama costumavam multá-lo e a outros mineiros por violações da lei. Agora, ele lidera uma equipe que inspeciona áreas de mineração. Até o momento, diz, aplicou poucas multas.
A transferência da inspeção para o controle local é uma das muitas mudanças adotadas na gestão de Dilma, as quais, em conjunto, constituem um recuo total na política ambientalista progressista do governo federal de quase duas décadas.
Nos 19 meses desde a posse de Dilma foram revertidas normas de longa data que haviam contido o desmatamento e protegido milhões de quilômetros quadrados de bacias hidrográficas.
Ela baixou uma medida provisória que encolheu ou redefiniu os limites de sete áreas de preservação ambiental, abrindo caminho para a construção de barragens para usinas hidrelétricas e outros projetos de infraestrutura, e para legalizar a posse de terra por fazendeiros e garimpeiros.
E a presidente reduziu o ritmo até o ponto de quase estagnação no processo, ininterrupto durante os três governos anteriores, de preservar terras para parques nacionais, reservas de vida selvagem e outras "unidades de conservação".

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Produtores colhem morango na Serra da Ibiapaba

A Serra da Ibiapaba está se tornando uma grande produtora de morango. O fruto típico de climas mais amenos está ganhando espaço nas lavouras de São Benedito e Ibiapina. A ideia de testar o cultivo na região foi de Claudemir Cesar Pereira, que resolveu trocar Minas Gerais pelo Ceará. Ele chegou aqui no início de 2009, atraído por reportagens que mostravam a produção de rosas em São Benedito. De início, adquiriu um hectare de terra e em alguns meses já começou a cultivar o fruto nada comum em nosso solo cearense.

Um dos recursos utilizados pelos produtores é a ferti-irrigação, que conjuga irrigação por gotejamento com adubação das plantas cultivadas em túneis (estufas) com proteção de plástico. O túnel plástico oferece melhoria de qualidade e disponibilidade do produto em uma condição mais controlada. De acordo com Carlos Alberto, além de aumentar o rendimento da planta, o sistema possibilita o alongamento da colheita. Ele lembra que o morangueiro é sensível, mas também adaptável em regiões de clima ameno.

A ideia de plantar morango da serra deu tão certo que no primeiro ano os resultados foram bastante positivos, chegando a uma produção de 20 mil caixas da fruta cultivada numa área de seis mil metros quadrados. A mais recente colheita dobrou a produção, comercializado no Ceará e em Teresina/PI.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Proteção de cultivos

Produtos para proteção de cultivos – inseticidas, fungicidas e herbicidas – livram as plantas dos insetos, das doenças e da competição das ervas daninhas pelos nutrientes, aumentando a produtividade das lavouras. Oferecemos soluções de proteção de cultivos para os diversos estágios da produção e para as principais culturas do País. Nosso portfólio inclui tanto marcas consagradas quanto soluções inovadoras lançadas recentemente. 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Comercialização e Produção de Plantas Ornamentais


O setor tem possibilidade de crescimento no nosso país.

O comércio de flores movimenta uma grande quantia de dinheiro todos os anos. A comercialização e a produção de plantas, principalmente aquelas que são usadas no ornamento de locais, é uma ótima fonte de renda para quem quer entrar no setor. O comércio nesse setor movimenta 40 bilhões por ano em todo o mundo.

Os empresários do setor, constituído principalmente por pequenos proprietários, estão mais concentrados nas regiões Sul e Sudeste, mas já é possível ver uma expressiva produção nas outras regiões. O estado de São Paulo é o detentor da maior produção de flores ornamentais do país, com mais de 4500 hectares plantados.

As flores que produzimos em nosso país não são tão referentes à exportação. Mas o setor tem ampliado a produção no sentido de exportar mais, principalmente plantas típicas do nosso país. Houve um crescimento, nos últimos anos, de 10% na exportação, passando dos 29 milhões de dólares.

Além das plantas típicas do nosso país, rosas, flores secas, gladíolos, bulbos, bonsais e mudas também entram na briga da exportação. A produção de plantas ornamentais abrange uma grande diversidade de produtos, como as flores de corte (rosa, crisântemo, lírio, cravo, gladíolo), flores de vaso (crisântemo, violeta, antúrio, azaleia, bromélia e begônia) e algumas folhagens, usadas nos jardins e na ornamentação de buquês e vasos.

rosa ainda é a preferida no comércio, sendo considerada a flor mais apreciada e conhecida

A rosa movimenta em torno de 5 milhões de dúzias por ano.

do mundo. Ela se destaca no comércio interno e externo como sendo a cultura que mais gera lucro. Internamente, ela movimenta em torno de 5 milhões de dúzias de rosas.

O Brasil, com seus vários microclimas distribuídos pelas várias regiões, tem um grande potencial de produção de uma variedade grande de plantas. A maioria das plantas ornamentais, mesmo aquelas que não têm origem em nosso país, podem ser cultivadas aqui, vendo as características condizentes com cada espécie.

As flores têm diferentes maneiras de serem cultivadas, mas, tendo em vista os prejuízos que as pragas ocasionam na produção, tem sido mais lucrativo cultivá-las em estufas. As estufas disponibilizam proteção contra as pragas. Mas o cultivo das flores, que normalmente demandam o uso de inseticidas, pode prejudicar os trabalhadores que lidam diretamente com as plantas. A pouca ventilação pode proporcionar intoxicação, principalmente devido aos vapores produzidos após as aplicações de produtos fitossanitários.

Para se ter uma eficiente produção de plantas, assim como um controle mais eficaz das pragas, o estudo e a pesquisa sobre a cultura e suas pragas são a melhor maneira de alcanças a lucratividade no setor.


As estufas proporcionam proteção às plantas.

O setor produz por unidade de planta, e cada unidade tem valor pequeno. Mesmo que a valorização da produção venha crescendo, ainda é incipiente. Além disso, a produção de plantas ornamentais do país é ínfima quando comparada com a agricultura de grandes áreas, como a cultura do algodão e da soja.

Relacionando as várias possibilidades da floricultura, abrangendo o social, com a ampliação de postos empregatícios, econômico, aumento da rentabilidade, técnico, ao exigir conhecimento mais aprofundado do assunto, assim como o uso de materiais e equipamentos para o cultivo, o setor tem possibilidade de crescimento no nosso país.